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Salmos 22- Rádio Kerigma

A experiência do salmista revela a verdade sobre o Salvador

Postado por Pedro Braga em Terça 20 02-2018 23:58
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1 Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste? Por que estás tão longe de salvar-me, tão longe dos meus gritos de angústia?

2 Meu Deus! Eu clamo de dia, mas não respondes; de noite, e não recebo alívio!

3 Tu, porém, és o Santo, és rei, és o louvor de Israel.

4 Em ti os nossos antepassados puseram a sua confiança; confiaram, e os livraste.

5 Clamaram a ti, e foram libertos; em ti confiaram, e não se decepcionaram.

6 Mas eu sou verme, e não homem, motivo de zombaria e objeto de desprezo do povo.

7 Caçoam de mim todos os que me vêem; balançando a cabeça, lançam insultos contra mim, dizendo:

8 “Recorra ao Senhor! Que o Senhor o liberte! Que ele o livre, já que lhe quer bem!”

9 Contudo, tu mesmo me tiraste do ventre; deste-me segurança junto ao seio de minha mãe.

10 Desde que nasci fui entregue a ti; desde o ventre materno és o meu Deus.

11 Não fiques distante de mim, pois a angústia está perto e não há ninguém que me socorra.

12 Muitos touros me cercam, sim, rodeiam-me os poderosos de Basã.

13 Como leão voraz rugindo, escancaram a boca contra mim.

14 Como água me derramei, e todos os meus ossos estão desconjuntados. Meu coração se tornou como cera; derreteu-se no meu íntimo.

15 Meu vigor secou-se como um caco de barro, e a minha língua gruda no céu da boca; deixaste-me no pó, à beira da morte.

16 Cães me rodearam! Um bando de homens maus me cercou! Perfuraram minhas mãos e meus pés.

17 Posso contar todos os meus ossos, mas eles me encaram com desprezo.

18 Dividiram as minhas roupas entre si, e lançaram sortes pelas minhas vestes.

19 Tu, porém, Senhor, não fiques distante! Ó minha força, vem logo em meu socorro!

20 Livra-me da espada, livra a minha vida do ataque dos cães.

21 Salva-me da boca dos leões, e dos chifres dos bois selvagens. E tu me respondeste.

22 Proclamarei o teu nome a meus irmãos; na assembléia te louvarei.

23 Louvem-no, vocês que temem o Senhor! Glorifiquem-no, todos vocês, descendentes de Jacó! Tremam diante dele, todos vocês, descendentes de Israel!

24 Pois não menosprezou nem repudiou o sofrimento do aflito; não escondeu dele o rosto, mas ouviu o seu grito de socorro.

25 De ti vem o tema do meu louvor na grande assembléia; na presença dos que te[37] temem cumprirei os meus votos.

26 Os pobres comerão até ficarem satisfeitos; aqueles que buscam o Senhor o louvarão! Que vocês tenham vida longa!

27 Todos os confins da terras e lembrarão e se voltarão para o Senhor, e todas as famílias das nações se prostrarão diante dele,

28 pois do Senhor é o reino; ele governa as nações.

29 Todos os ricos da terras e banquetearão e o adorarão; haverão de ajoelhar-se diante dele todos os que descem ao pó, cuja vida se esvai.

30 A posteridade o servirá; gerações futuras ouvirão falar do Senhor,

31 e a um povo que ainda não nasceu proclamarão seus feitos de justiça, pois ele agiu poderosamente.

A experiência do salmista revela a verdade sobre o Salvador 

Por que os salmos são tão profundos? 
Porque fala das suas experiências, eles não são algo poético superficialmente, não fala dá  dor do outro mais da sua própria. A profundidade é tamanha que sua experiência também foi profética. O salmista fala daquilo que estava enfrentado, assim como sofrimento de alguns se identifica com o sofrimento de outros, o sofrimento do salmista se identifica com sofrimento de Cristo. Se em um dado  momento o salmista sentiu-se abanando v1, o que dizer do Messias que carregava sobre si o peso do pecado, se por um momento ele não recebia alívio depois de clamar v2, como se sentiu aquele que se fez pecado sem ter pecado algum, aquele que é o louvor de Israel. As palavras do salmista revelou tão grande profundidade a respeito do Messias, a humilhação que o autor da vida passou v6, 7 e 8, o abandono na hora da angústia v10, as pressões externas o rodeavam v11 a 13, e por dentro o seu íntimo se derramou, seus ossos se desconjuntaram, seu coração se derrete v14, tamanho sofrimento rodeado de homens maus, ferido nas mãos e nos pés, o seus ossos expostos, seus vestes rasgadas e dividida v15 a 18. As palavras do salmista revelaram o sofrimento do Cristo, talvez em um dado momento o sofrimento do salmista pareceu com o do Messias. E nós o que diremos? Sabemos que neste mundo passamos por aflições, sabemos que somos angustiados e como o apóstolo Paulo disse: “somos considerados como ovelhas para o matadouro.” Porém todo o sofrimento que estejamos vivendo ou por ventura vemos enfrentar não se comprara ao sofrimento do nosso Salvador. O sofrimento enfrentado tinha um objetivo que os versículos finais destaca: "A posteridade o servirá; gerações futuras ouvirão falar do Senhor, e a um povo que ainda não nasceu proclamarão seus feitos de justiça, pois ele agiu poderosamente." Sl 22:30-31

Tenha um ótimo dia na paz de Cristo. Que sejamos essa posteridade que serve ao Senhor, sejamos o povo que proclame os seus feitos, sejamos testemunhas do seu agir.

Diácono Luiz Carlos

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